Nenhum rastreio de origem
Um lead que virava um contrato de R$ 60 mil e um lead que sumia depois do primeiro "olá" eram registrados exatamente da mesma forma: em lugar nenhum.
Indústria metalúrgica de médio porte · RS
Campanhas de Google Ads, agência parceira, site atualizado, presença nas feiras do setor e produção de conteúdo técnico. Uma verba padrão e estratégica para a indústria de médio porte, sofrendo de um mal agudo: a falta de atribuição.
Os leads entravam por todos os lados. Cada vendedor cuidava dos seus contatos de forma analógica, em planilhas próprias ou apenas na memória. Não havia rastreio de origem, não havia funil desenhado e não havia um lugar único onde a operação pudesse ser enxergada.
A pergunta do diretor comercial era sempre a mesma: “de tudo isso, o que virou venda?” Ninguém sabia responder.
Um lead que virava um contrato de R$ 60 mil e um lead que sumia depois do primeiro "olá" eram registrados exatamente da mesma forma: em lugar nenhum.
O marketing reportava cliques, custo por lead e alcance. O comercial reportava faturamento. Nenhum número conversava com o outro, o que tornava impossível ligar o investimento à receita.
Em vendas industriais o ciclo é longo. Sem funil definido, boas oportunidades esfriavam porque ninguém sabia de quem era o próximo passo nem onde a negociação tinha parado.
Foi organizar o que já estava na mesa.
Conectamos todas as portas de entrada: formulários do site com rastreio por UTM, WhatsApp, telefone e contatos de feira passaram a cair num só lugar.
Etapas que refletem a jornada real (lead, qualificado, proposta, negociação e fechamento), com um responsável claro em cada fase.
Investimento por canal, lead gerado, oportunidade criada, venda fechada e receita passaram a conversar dentro do mesmo ecossistema.
CAC por canal, taxa de conversão por etapa e ROI por campanha, num painel que o diretor comercial adotou na rotina semanal.
Era um canal de custo alto que até gerava volume de leads, os famosos curiosos, que apenas tomavam tempo do comercial. Em contrapartida, indicação e captação em feiras tinham taxas de conversão altíssimas e recebiam pouquíssima atenção.
A verba não foi aumentada. Foi realocada para onde a tração já existia.
das oportunidades rastreadas, do primeiro clique até a assinatura do contrato.
de lead em venda, reflexo de leads melhores e atendimento mais focado.
de ciclo de vendas: 30% mais rápido, um alívio direto no fluxo de caixa.
de custo de aquisição, ao concentrar a mesma verba nos canais que trazem compradores.
de receita atribuída ao marketing, sem um centavo a mais de investimento.
devolvidos em receita rastreada para cada real investido.
“Acho que feira funciona.”
“Acho que o Google só traz curioso.”
“Será que valeu a pena?”
40% da verba estava no canal errado.
Cada R$ 1 devolve R$ 11.
100% das oportunidades rastreadas.
O CRM deixou de ser mais uma ferramenta de controle e se provou o que realmente é: o mecanismo que fez uma operação cega enxergar o próprio processo.
Não foi preciso fazer mais. Foi preciso entender melhor o processo comercial, e atuar onde o retorno estava escondido.
O diagnóstico comercial mostra onde está o retorno escondido na sua operação e quais etapas podem gerar mais resultado com o que você já investe.
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