arrow_back Voltar para os cases Case de cliente

Um canal novo,
sem apostar no escuro

restaurant Indústria de alimentos · RS

  • Diagnóstico comercial
  • Validação de canal (D2C)
  • Posicionamento e proposta de valor
  • Operação enxuta de teste
  • Processo comercial
R$ 3 mil por mês de teste no lugar de uma estrutura montada no escuro
240 pedidos reais captados em 60 dias de validação
22% de recompra já no primeiro ciclo do canal
O ponto de partida

Uma oportunidade latente batendo na porta.

A empresa tem histórico sólido e sempre vendeu pelo caminho tradicional: distribuidores, atacarejos, supermercados e pontos de venda. Funcionava bem. Mas, como em boa parte da indústria, havia a chance de abrir um canal direto ao consumidor, cortando os intermediários entre a marca e quem consome.

A tentação era natural e perigosa: montar a estrutura completa de uma vez, contratar um time grande, aprovar uma verba robusta e partir para o mercado com tudo. O problema é que o DNA de quem vende para distribuidor é outro.

O retrato do antes
local_shipping 100% B2B das vendas via distribuidores, atacarejos e PDVs
help CAC = ? sem histórico digital para prever o custo do cliente
psychology_alt Oferta no palpite a proposta para o consumidor final era hipótese
warning Risco alto a tentação era montar tudo de uma vez
local_shipping Vender para o distribuidor
é margem e volume
shopping_bag Vender ao consumidor
é desejo e conveniência

As perguntas que decidem se um canal novo vale a pena eram estas: “esse canal vende o nosso produto? A que custo? Qual é o apelo para a pessoa física?” Ninguém na diretoria tinha resposta empírica.

O problema real

O risco não era abrir o canal. Era abrir grande antes de saber.

01

Proposta de valor não testada

O que convence um comprador de supermercado a fechar um palete é preço e margem. O que faz um consumidor clicar, colocar no carrinho e pagar frete é outra história. A oferta certa ainda era palpite na mesa de reunião.

02

Custo de aquisição desconhecido

Sem histórico no digital, não se sabia quanto custaria conquistar um cliente direto. Era impossível prever na planilha se o canal seria superavitário ou se sangraria o caixa mês a mês.

03

Pressão para escalar antes de aprender

O instinto corporativo é construir tudo de uma vez. Na prática, isso significa apostar muito dinheiro, tempo e energia numa hipótese que ninguém validou.

O que fizemos

Uma startup dentro da indústria.

Operação enxuta para testar o canal com dinheiro pequeno e aprendizado rápido.

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Posicionamento próprio para o direto

Paramos de herdar o discurso frio do canal tradicional e desenhamos uma proposta de valor exclusiva para o consumidor final: benefício, combo e exclusividade.

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Demanda controlada

Verba pequena e mídia 100% mensurável. O objetivo do começo não era lucro bruto, era gerar pedidos reais para observar o comportamento de compra.

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Operação enxuta para atender

Um fluxo simples para receber, processar, embalar e atender os pedidos, sem depender de integrações complexas no ERP num primeiro momento.

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Só o que importava foi medido

Fora as métricas de vaidade. Dentro: custo por pedido, ticket médio, taxa de conversão e índice de recompra. O teste virou decisão guiada por dado.

R$ 0 por pedido
O que os números revelaram

O canal vendia. A oferta campeã não era a aposta da diretoria.

O que puxou o volume foi um formato de combo bem diferente do que se imaginava. E com R$ 25 de custo por pedido para um ticket médio de R$ 115, a conta fechava: dava para adquirir cliente sem comprometer a margem.

A recompra apareceu já no primeiro ciclo de 60 dias. Prova de que o canal atraía gente disposta a criar hábito, não só curiosos pela novidade.

Resultados em 60 dias de teste

Segurança financeira antes de escalar.

savings

Risco mitigado

Estrutura cheia arrow_forward R$ 3 mil

por mês de teste, contra uma operação inteira montada sem comprovação.

shopping_bag

Volume inicial

0 arrow_forward 240

pedidos reais no novo canal, provando tração. O teste se pagou no período.

price_check

Custo por pedido

Desconhecido arrow_forward R$ 25

de aquisição, para um ticket médio de R$ 115: margem preservada.

autorenew

Retenção comprovada

Hipótese arrow_forward 22%

de recompra em 60 dias: hábito de consumo, não venda de impulso.

sell

Oferta validada

Aposta arrow_forward Combo

desenhada com o que o cliente realmente comprou, não com a hipótese inicial.

rocket_launch

Escala segura

No escuro arrow_forward Com meta

de custo definida antes de comprometer uma verba maior no canal.

A virada

A empresa não deixou de inovar. Passou a inovar com segurança.

psychology_alt O instinto mandava

“Vamos montar tudo de uma vez.”

“Contratar o time inteiro agora.”

“Aprovar a verba cheia de mídia.”

fact_check A evidência manda

R$ 3 mil provaram a tração do canal.

O combo vendeu, não a aposta inicial.

22% recompraram em 60 dias.

Em vez de descobrir se o canal funcionava depois de gastar alto, ela descobriu antes, com uma fração do risco. Quando a hora de escalar chegou, já não era aposta: era um plano testado no mundo real.

Validar custa barato. Errar em escala custa caro. A Gama existe para inverter essa conta.
Próximo passo

Tem uma aposta grande na sua mesa?

O diagnóstico comercial mostra o que dá para validar com pouco antes de comprometer orçamento, time e tempo numa hipótese.

Quero um diagnóstico arrow_forward