O digital não trazia paciente
Mesmo com uma marca já consolidada, a maioria das consultas não vinha do ambiente digital. O alcance nas redes era incipiente e boa parte do potencial online ficava na mesa.
Sorrifácil · Rede de clínicas odontológicas · RS
A Sorrifácil já tinha nome nas suas clínicas odontológicas. O desafio era outro: ampliar as consultas marcadas a partir de novos leads qualificados, em unidades espalhadas por quatro cidades gaúchas: Canoas, Pelotas, Porto Alegre e Santa Maria.
Mesmo com o sucesso consolidado, a maioria das consultas ainda não vinha do ambiente digital. O alcance nas redes era incipiente e a conexão entre o digital e a marcação de agenda era vulnerável. Somava-se a isso um custo por lead alto: R$ 40 para cada contato.
A pergunta era direta: “como fazer o digital trazer paciente de verdade, e não só curtida?” Cada lead custava caro e ninguém sabia quanto virava consulta.
Mesmo com uma marca já consolidada, a maioria das consultas não vinha do ambiente digital. O alcance nas redes era incipiente e boa parte do potencial online ficava na mesa.
Cada lead custava R$ 40 e a conexão entre o digital e a marcação de agenda era vulnerável: dava para gastar, mas não para saber o que de fato virava consulta.
Canoas, Pelotas, Porto Alegre e Santa Maria têm dinâmicas, calendários e equipes diferentes. Uma comunicação única não daria conta de todas ao mesmo tempo.
Marketing e vendas integrados num fluxo trimestral, desenhado unidade por unidade.
Estratégia e operação de inbound marketing com landing pages de conversão desenhadas para transformar interesse em consulta agendada.
O tráfego pago focou no Google Ads, o canal que alcançava os leads mais quentes: gente que já estava procurando tratamento odontológico.
Cada lead passou a cair direto no CRM da unidade, fechando o elo entre o clique e a agenda, sem ninguém se perder no caminho.
Cada clínica ganhou identidade visual própria nas redes, dentro do manual da marca, para falar com a realidade da sua cidade.
Em uma das unidades, já no terceiro mês de operação, mais de um terço das vendas passou a vir do digital. O Google Ads mirou os leads mais quentes e a integração com o CRM garantiu que nenhum deles se perdesse antes de chegar à agenda.
O que era marginal virou uma das principais fontes de consulta.
menos da metade do que se pagava antes por cada lead.
das vendas de uma unidade vindas do digital já no 3º mês.
já com queda significativa no custo por lead.
cada lead caindo direto no CRM da clínica, sem vazamento.
novo canal explorado, mirando os leads mais quentes.
com identidade e funil próprios, integrados à matriz.
“A consulta não vem da internet.”
“O lead custa R$ 40 e some.”
“Cada unidade se comunica como dá.”
Lead por R$ 18, caindo no CRM.
35% das vendas pelo digital.
4 unidades com funil próprio.
Marketing e vendas passaram a trabalhar juntos: o clique vira lead, o lead cai no CRM e a agenda enche, com cada real de mídia rastreável até a cadeira do dentista.
Não bastava anunciar mais. Foi preciso ligar o digital à agenda e transformar cada lead em consulta marcada.
O diagnóstico comercial mostra onde o digital está deixando paciente na mesa e como transformar cada lead em consulta marcada, com custo sob controle.
Quero um diagnóstico